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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Perdão

Perdão

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;Mateus 6:12

A oração “Pai Nosso” não é desconhecida. Ela contém um pedido de perdão que, porém, está sujeito a uma condição: “Assim como nós perdoamos.”( Mateus 6.9-15)

Repetir esta oração não é difícil. Difícil é essa condicionante.

 Há milhares de pessoas enfermas exatamente por não perdoarem. Deus não criou o ser humano para a amargura ou para armazenar rancores. Esta atitude agressiva e mal-humorada é causa de intranquilidade que afeta as emoções e desencadeia muitos males físicos.

 Certa ocasião visitei uma pessoa no hospital. Logo que entrei no quarto, ela desabafou: “Pastor, quero trocar de médico!” A razão foi que o médico lhe havia perguntado se ela estava com raiva ou se odiava alguém. Ela achou que o médico não tinha nada a ver com a sua vida particular e não tinha direito de bisbilhotar a sua intimidade.

O médico diagnosticara que a causa da doença era nervosa e que o nervosismo estava relacionado à sua vida emotiva. E agora eu estava lá ouvindo a sua queixa. Li o salmo 32. O v 3 foi a chave: “Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer”. Ali estava a causa da enfermidade. Que remédio se há de receitar a uma pessoa que vive amargurada?

É o remédio do perdão. Quem perdoa livra-se de uma carga pesada e ganha não só um grande alívio por não precisar mais ocupar-se com o que outros lhe fizeram no passado, como tem a promessa do perdão de Deus para suas próprias faltas. Portanto, a oração do Pai Nosso levada a sério pode ser uma preciosa medicação, desde que o paciente permita que a palavra de Deus chegue lá no fundo de sua vida e implante a semente da honestidade, da sinceridade e da verdade que liberta. – HM


Quem perdoa também ganha perdão, além de alívio e liberdade.

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